Investigação, estratégia,
e a convicção de que as contradições
merecem ser compreendidas.

Serena Wider — NOZ Ateliê de Estratégia

Serena Wider nasceu no Rio de Janeiro e passou a vida a mover-se — Brasília, Londres, Oxford, Copenhague. Cada lugar lhe pediu algo diferente. Cada um exigiu uma forma diferente de ler uma sala, de compreender o que era dito e o que não era, de saber quando manter terreno e quando adaptar. Foi, em diferentes momentos, estimulante e desconcertante. E ensinou-lhe algo que nenhum modelo tinha ainda nomeado com precisão: que as contradições não precisam de ser resolvidas. Precisam de ser compreendidas.

É investigadora de consumo por formação — alguém que passou mais de uma década a investigar como a cultura e a linguagem moldam a forma como as pessoas pensam, decidem e constroem significado. O seu trabalho levou-a da investigação académica à estratégia de marca, à análise de mercado e à inovação. Em cada etapa, encontrou-se a regressar à mesma questão: como é que as tensões que habitamos acabam por moldar quem somos — e o que significa isso na interseção entre identidade cultural, comportamento e o que as organizações realmente pedem às pessoas que servem?

No seu trabalho doutoral, colocou um quadro intelectual preciso em torno do que viver entre culturas há muito tornara intuitivo: que as tensões mais interessantes na vida humana não são problemas a resolver, mas estruturas a habitar. Chamou-lhe contradição congruente. A NOZ foi construída a partir dessa intuição.

A NOZ trabalha de forma deliberada. Com rigor. De dentro para fora.

As organizações com quem a NOZ trabalha já sabem aquilo que representam. O que a NOZ oferece é o rigor para agir a partir disso — sob pressão, à escala, sem perder o que as tornava insubstituíveis.

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